1 - Quando e como foi que
você tomou conhecimento dos eventos de anime e o que
lhe motivou a continuar frequentando?
Eu conheci eventos de anime de SP pelos meus
amigos, quando eu ainda era bem novo. Lembro de com 14, 15
anos já ouvir eles me contando de como o Anime Friends
era legal, e mais tarde conheci alguns cosplayers de lá,
foi o primeiro contato mais "técnico" que
eu tive com o hobby. Mas naquela época eu não
fazia idéia que mais tarde aconteceriam eventos do
estilo aqui no sul. Meu primeiro evento foi só no final
de 2008, o segundo animextreme do ano. O fato legal é
que eu fui meio que arrastado pra lá. Não tinha
a mínima idéia que a coisa já estava
tão avançada nos eventos daqui, fui esperando
algo bem pequeno e me surpreendi quando cheguei no lugar e
vi tanta gente, com tantos cosplays legais. Acho que sempre
vou lembrar da minha cara de espanto na primeira meia hora
que nós andamos pelo colégio. Foi também
naquele dia eu saí de lá com a certeza que eu
iria fazer cosplay.
2 - Qual foi seu primeiro cosplay e
porque a escolha desse personagem?
Meu primeiro cosplay foi o Dark Link, de The
Legend of Zelda: Ocarina of Time. Foi mais de um motivo, na
verdade... Assim que eu voltei do meu primeiro evento, chamei
o Pedro lá em casa na mesma semana, contei pra ele
sobre cosplay e sobre as apresentações e foi
tipo.. "Tche, a gente TEM que fazer isso!", ele
topou na hora, e então já começamos a
escolher personagens. Eu, particularmente, já tinha
muitas idéias de personagens pra fazer, mas decidimos
começar com coisa simples, esse foi nosso primeiro
critério. Apesar de termos alguma pouca noção
de trabalhos manuais, não queríamos tentar algo
com dificuldade elevada e acabar comprometendo tudo. Então
veio a idéia de Zelda, e gostamos bastante.. faríamos
dois personagens da mesma séria, protagonista e antagonista,
daria pra bolar uma apresentação bacana. E foi
então que decidimos, de fato, tocar os orelhudos a
frente. Acho que não poderíamos ter feito escolha
melhor. :]
3 - Liste todos os cosplays que já
fez:
Dark Link (The Legend of Zelda: ocarina of
Time)
Tidus (Final Fantasy X)
Gino Weinberg (Code Geass R2)
Bino (Carga Pesada, há!)
Tidus (Dissidia: Final Fantasy)
Aladdin (Aladdin)
Cloud Strife (Final Fantasy VII)
Milanor (Yggdra Union: We'll Never Fight Alone)
Seiya, armadura divina de Pégaso (Saint Seiya)
Gulcasa (Yggdra Union: We'll Never Fight Alone)
Tidus (Dissidia Duodecim)
Aioria de Leão (Sainy Seiya Episode G)
4 - O que determina a escolha de um
personagem para fazer cosplay?
Na verdade, não tem nenhum fator crucial...
geralmente uso aquele princípio básico de me
identificar com o personagem. Se ele tiver a personalidade
parecida com a minha, sempre ajuda também, até
na hora de passar isso nas apresentações, mas
né.. até onde eu sei, não sou um imperador
meio dragão que quer destruir o mundo como o Gulcasa,
então... meio que isso nem sempre é possível.
Já fiz protagonista chateado com a vida, protagonista
feliz com a vida, vilão... acho que varia bastante.
5 - Você mesmo faz seus cosplays
ou participa indiretamente do processo de criação?
Basicamente, o que se trata de acessórios,
armaduras e armas, eu faço. Não sei costurar
(a não ser coisas pequenas como.. sei lá, velcro
em luva, e fica uma beleza, há!), então sou
desses que sempre depende de costureira quando faz algum cosplay
de tecido. Eu escolho tecido, imprimo aquelas 150 imagens
e levo pra dona da costura. Tenho sorte de ter intimidade
com a minha costureira, porque eu geralmente sou bem chato
com o que ela faz e eu acho que não tá bom o
suficiente ainda. Ela sofre comigo, mas no fim entende (espero
:] beijo se ler aqui, dona costureira!). Ela se anima bastante
com as apresentações, então diz que tenta
se empenhar pra fazer coisas bonitas. Caso ganhe algo com
a roupa que ela fez, sempre levo a medalha pra ela ver depois.
6 - Existe alguma tendência pessoal
para escolher personagens de anime, cartoon, mangá
ou comics, filmes ou jogos?
Acho que pela lista de cosplays dá pra
notar que tenho uma tendência a fazer cosplay de games.
Não adianta, eu totalmente não sou de ver muito
anime, ler mangá ou comics. Respeito bastante, mas
o meu gosto pessoal acaba a pender pros vídeo games,
e isso se reflete nos meus cosplays. Mas claro que assim como
eu já fiz cosplay de anime, existem futuros projetos
que não vem dos jogos.
7 - Qual cosplay você mais gostou de usar?
O meu cosplay favorito até hoje (e sinceramente,
acho que nunca nenhum vai superar minha empolgação
pra usar), é o Tidus do Final Fantasy X. Quando conheci
cosplay lá com 15 anos, sempre imaginei que se um dia
eu fizesse, teria de ser do Tidus. É o meu personagem
favorito do meu jogo favorito. Então quando resolvi
começar nisso, sabia que era uma fantasia muito complexa
pra se fazer de cara. Esperei um pouco e ele acabou sendo
meu segundo cosplay. Mais tarde eu ainda arrumei algumas coisas
que não tinha gostado, e também fiz outras versões
dele. Sempre recebi um feedback legal desse cosplay, ele é
aquele que está sempre no armário, pronto pra
ser usado.
8 - Você tem algum código
de conduta com relação à cosplay?
A única coisa que eu pessoalmente levo
comigo e nunca vou abrir mão é o conhecimento
sobre o personagem do qual eu to fazendo cosplay. Uma coisa
que eu não vou fazer é "Ah, que roupa legal,
vou fazer!". É claro que tem personagens que chamam
a atenção pelo visual, mas quando isso acontece
eu vou atrás e tento jogar o jogo, assistir o anime
ou seja o que for. Na real, eu me sentiria realmente mal de
ser um personagem no qual eu não conheço nada
sobre, isso é um negócio que eu cuido bastante.
9 - Qual a média de investimento
em um cosplay e qual foi o de maior custo financeiro?
Olha.. ironicamente, meus cosplays de armadura
são os mais baratos. As três que fiz saíram
por volta de 150 reais, cada. Um cosplay de tecido acaba tendo
a mão de obra da costureira, que não é
barato (beijo de novo se estiver lendo, dona costureira! Na
próxima faço propaganda se fizer desconto, oh),
então muitas vezes passa dos 200 reais. O meu cosplay
mais caro foi o próprio Tidus, cerca de 300 reais.
10 - Se tivesse vontade e dinheiro
para fazer um evento, o que teria de diferença para
os atuais?
Como eu estou no meio, é mais fácil
pra mim falar da parte do cosplayers. Então, eu daria
um pouco mais de atenção pra este ponto do evento.
Os concursos em si vem melhorando cada vez mais, mas o que
eu faria de melhora é na pré apresentação,
quando os cosplayers estão se preparando pra subir
no palco. Muitas vezes é complicado passar o dia andando
pelo evento de cosplay e mais tarde ir pro concurso sem nenhum
tipo de retoque. O clima não ajuda, algum acessório
desmonta, peças precisam de reforço, enfim...
São n coisas que fazem um S.O.S. pré palco ser
necessário, ali. Esses reparos são feito com
nosso próprio material na maioria das vezes, e não
acho um grande pecado eventos que não disponibilizam
material próprio, até porque as vezes é
algo bem específico que precisamos. O legal seria é
ter um lugar apropriado pra esse tipo de concentração.
Até pra quem não precisa dos reparos em si,
mas quer ficar com o seu grupo repassando a apresentação,
ou só falando besteira pro nervosismo comum não
aparecer. Acho crucial existir um espaço destinado
unicamente aos coslayers perto do palco, é o mínimo.
A melhoria seria termos mais salas pra coisas do tipo. Já
imaginaram uma sala pra cada grupo? Existem eventos no Brasil
que já fizeram isso, cada grupo tinha disponível
uma sala, com espelho grande e tomadas funcionais. Mas enfim...
existe toda a dificuldade de estipular o número de
salas utilizáveis quando se aluga um colégio
e isso deve ser uma barreira pra algo do estilo não
acontecer. De qualquer forma, seria um baita tratamento de
respeito com quem dá o show.
11 - O que te faz disputar (ou não)
concurso cosplay?
O que me motiva é a possibilidade de
interpretar algum personagem que eu gosto muito em cima do
palco, de realmente ser ele por aqueles minutos. Além
de ser uma maneira de extravasar a criatividade, o processo
de criação de uma apresentação
também me anima bastante. Fazer áudios é
muito legal! É uma das partes que eu mais gosto, e
onde costumo perder um bom tempo mexendo e mudando pequenos
detalhes que eu sei que só eu vou ouvir. Aí
depois temos os ensaios (muitas vezes inexistentes, mas né),
que sempre acabam rendendo risadas.
12 - Existem cosplays que você
nunca faria? Quais?
Hmmm... pessoalmente, eu não faria nada
que fugisse muito do meu biotipo. Digo... não me imagino
andando com cosplay de E. Honda bem de buenas em algum próximo
evento.
13 - Existe alguém que você
admire o trabalho com relação a cosmaker/apresentações?
Acho que eu não tenho nenhum ídolo
no meio, até porque acho que cosplay é uma coisa
boba demais pra ser levado nesse nível. Mas claro que
existem pessoas que eu admiro. O Lee de SP, faz armaduras
e acessórios como eu nunca vi fazerem. Vi as coisas
que ele fazia quando eu ainda era bem novo, então sempre
rolou esse respeito pelo cara. O Psy, que tenho a sorte de
ser amigo hoje, faz apresentações em um patamar
acima do que a média dos cosplayers. Admiro principalmente
a paixão com que ele leva a interpretação
pro palco, se um dia eu chegar perto disso, já me dou
por satisfeito. Aqui no estado também existem ótimos
cosplayers que eu admiro bastante. Lá de Pelotas, a
Otávia sempre vem com fantasias soberbas, ela parece
sempre cuidar de cada detalhe das coisas que ela faz, e isso
é de se respeitar. O Pedro Link, que foi com quem eu
comecei nessa história toda, sempre teve idéias
muito bacanas na hora da gente montar uma apresentação.
Juntos a gente bolou apresentações fantásticas
como.. hmm.. err.. Carga Pesada! Também tem alguns
cosplayers que não são exatamente da mesma minha
época, como a Andressa e a Nay, mas que sempre achei
muito bonitas as roupas que elas fazem. Agora... a parte clichê
da resposta: eu admiro MUITO os meus amigos. Cada um deles,
que me ajudam na hora de fazer cosplay novo, que viram a madrugada
comigo, que se comprometem a fazer alguma apresentação
bacana... O Pedro e a Vivi, que me ensinaram a fazer "coisas
grandes" de cosplay, o Diemer, que sempre me ajudou,
e passa uma segurança absurda quando dividimos palco,
Anne, Bruno e Deh que já me divertiram demais entre
bolar apresentações, ensaios e apresentação
no dia, enfim... Teria mais gente pra citar, mas aí
a entrevista viraria uma Bíblia (mais do que já
tá virando). Meus amigos são muito importantes
pra mim, hoje não só mais no que se diz questão
de cosplay. :] Ah, eu admiro todo mundo que tem paciência
pra costurar por conta própria, oh! É algo que
eu acho que eu NUNCA teria. O que mais me impressiona em um
evento é ver uma roupa bem elaborada, com todos os
detalhezinhos feitos. Pessoalmente, me impressiono mais de
ver uma dessas do que uma armadura e o escabal.
14 - Você acredita que fazer
cosplay é uma fase na vida das pessoas? Ou depois que
começa não para mais enquanto houver algum personagem
possível?
Acho que meio que muitas coisas na vida são
uma fase, né? Cosplay é um hobby como qualquer
outro, e qualquer um pode perder o interesse. É bem
simples: enquanto a pessoa tá se divertindo e tá
sendo proveitoso pra ela, que continue. Se tá se estressando,
brigando e levando como mais obrigação do que
como hobby, então vai fazer algo que te faça
feliz.
15 - É possível ter uma
banca de jurados de confiança da organização
do evento e do público ao mesmo tempo?
Independente de quem for julgar, acho que uma
coisa que não poderia se deixar passar em branco é
dar a devida instrução pra quem tá dando
as notas. Eu considero uma banca de três pessoas pouco.
Por isso, eles precisam ter atenção redobrada
pro critério. Tendo um critério definido, instruído
a quem tem esse poder, acho que as coisas seriam bem melhor
vistas, além de dar uma uniformizada legal nas notas.
É claro que o que um acha bom, não obrigatoriamente
o outro também vai achar. Eu nunca questionei jurado
e nunca vou fazer, nos resta é confiar que eles vão
usar o bom senso da melhor forma possível.
16 - Já passou por alguma situação
engraçada ou complicada por estar com cosplay na rua?
Certa vez eu entrei num ônibus aí
levando duas malas grandes, uma mochila, 1 folha de isopor
grande, dois escudos, 4 espadas, uma bomba de isopor, uma
sacola com cartolina, outra sacola com uns pocs e papeis picados.
Enquanto eu levava isso, via meu graaande amigo Pedro Link
me dar um tchau, do lado de fora do ônibus, com nada
além de um lápis no bolso. O detalhe é
que eu tava indo pra casa dele. Ele tinha de ir fazer uma
prova na faculdade e só ia me encontrar mais tarde
lá. Entrei no ônibus e só faltou metade
do povo levantar das cadeiras, foi uma cena de comoção.
Sério. Eu tava com absurdamente mais coisas do que
eu poderia carregar. Na descida do ônibus, uma menina
se prontificou a me ajudar a descer com as coisas e foi até
boa parte do caminho me ajudando (olha só, um beijo
se estiver lendo isso!), tava ventando no dia, e a parte legal
foi que depois que ela me deixou, o vento resolveu a dar uma
pioradinha e levar algumas das cartolinas da sacola. O Pedro
morava perto do Guaíba, na época. A cartolina
queria se refrescar, e eu saí correndo atrás
(com a minha grande mobilidade disponível no momento),
o evento era no outro dia. Foi um dia legal.
17 - Tirando atividades relacionadas
à cosplay, você estuda? Trabalha? O que faz nas
horas vagas?
Sou estudante do sexto semestre de Ciência
da Computação, e trabalho como desenvolvedor
web em uma empresa de Porto Alegre. Acabo passando maior parte
do eu tempo livre com meus amigos (e com a namorada agora,
há). Além do pequeno vício por vídeo
game, se eu tivesse de eleger um outro hobby além do
cosplay, com certeza seria a música. Posso passar horas
e horas tentando tocar algum instrumento (mas fico só
no tentando).
18 - O que disputar a final do YCW
lhe ensinou?
Ir pra lá por duas vezes foram experiências
fantásticas que tive, não só por causa
do hobby, mas lembranças pra levar pra vida mesmo...
Na primeira ida, era tudo muito novo, então eu meio
que não sabia o que esperar, como que ia ser o tratamento
com nós finalistas e essas coisas. Por mais que meus
amigos que já tinham ido pra lá nessas condições
já tivessem me falado como era, acho que é diferente
tu ouvir sobre e ir lá e viver realmente aquilo. É
MUITO bom estar em uma final dessas, eu poderia listar aqui
uma série de itens que fazem ser uma experiência
inesquecível, mas acho que a principal e o maior motivo
que me faz ter vontade de voltar é a interação
com os finalistas de outros estados. É bagunça
no hotel, bagunça no ônibus da ida pro evento,
bagunça no evento, todo mundo se ajudando antes de
subir no palco.. depois das apresentações sempre
rola aquele momento que todo mundo tá curtindo demais
o momento. Eu tive a oportunidade de conhecer pessoas fantásticas
nesses dois anos, que hoje considero amigos de verdade mesmo,
apesar da distância ser grande. A gente brinca que acaba
até esquecendo um pouco do concurso quando chega lá.
Claro que a gente tá lá por um objetivo, e esse
objetivo sempre tem que ser o primeiro lugar, nada menos que
isso. Mas o clima todo é tão bom e tão
agradável que você sinceramente não dá
a mínima quando não ganha algum troféu
mais importante, afinal, nas minhas experiências todos
se tornaram amigos, e nunca vai ser ruim ver um amigo vencer.
:]
19 - As apresentações
livres que você participa estão entre as melhores,
como é o processo de criação dos roteiros?
Olha... te contar que dificilmente elas têm
um roteiro. Acho que quase todas elas saíram de besteiras
muito aleatórias. Nós sempre costumamos a fazer
cosplay juntos, mesmo que não seja pra algum grupo,
reunimos todo mundo na casa de alguém, compramos energético
e viramos madrugada trabalhando, ouvindo música, falando
besteira e rindo. São daí que elas costumam
sair. A gente geralmente espera até o outro dia pra
ter certeza de que a ideia é boa. Sabe como funciona
o sono, cola de contato... Fora isso nós temos o nosso
incrível medidor de apresentações livres,
o Pedro Andy. Se a gente faz uma apresentação,
mostra pra ele, e ele responde com "BAH! QUE VIADICE!",
geralmente quer dizer que a apresentação tá
boa pra caramba.
20 - Você faz parte de um dos
grupos cosplay mais conceituados do Estado, no que isso influi
positivamente na sua carreira cosplay e se tiver no que negativamente?
Olha só, fico feliz em ler coisa assim.
:] Acho que antes de qualquer coisa, o que deixa isso tudo
mais legal é que na real todo mundo aqui é amigo.
Nós definitivamente não falamos e nos ajudamos
só com cosplay. Fazer parte de um grupo assim me empolga
absurdamente pra continuar, porque eu tenho certeza absoluta
que os próximos cosplays que fizermos, vai ser todo
mundo fazendo as roupas/armaduras/whatever juntos, nos divertindo
e rindo pra caramba. A gente brinca que cosplay acabou virando
desculpa pra ajuntamentos mais frequentes. Me acho muito sortudo
por a experiência toda de fazer cosplay ser muito positiva
pra mim, sempre foi sinônimo de diversão. E claro
que além dessas coisas, todo mundo já era bem
mais experiente do que eu quando eu comecei, isso me ajudou
bastante. Aprendi muita coisa com todos, desde o dia em que
conheci cada um deles, sempre foram muito prestativos. A parte
"negativa", que eu me importava no começo,
mas agora não dou muito a mínima, são
as acusações quando vou tentar algum concurso
separado do grupo, aí é panelinha, roubo, ganhar
por conhecer jurados, coordenares, enfim... Já passei
por isso e não foi muito agradável na época.
Acho que hoje eu já lidaria melhor com a situação.
21 - Você tem algum grande sonho
a perseguir na vida cosplay? quais?
Eu realmente gosto de estar no palco, então
pretendo continuar me apresentando e, quem sabe, tentar alguns
concursos diferentes. Também gostaria de visitar algum
evento no exterior (poder apresentar em inglês com as
vozes originais dos Final Fantasies: FUCK YEA!)